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Edição 07: Celulose & Papel
Foi-se o tempo em que as empresas de celulose e papel
eram pautadas pela falta de tecnologia e equipamentos
remotos. É claro que elas criaram oportunidades e se
desenvolveram deste modo, mas agora, em pleno século
XXI, com a tecnologia totalmente a nosso favor, temos
muito o que aproveitar. A chegada tecnológica possibilitou
o aprimoramento das máquinas florestais, e com elas
a necessidade de mão de obra e assistência técnica especializada.
Serviço que tem sido prestado pelos produtores
de maquinários, por meio de contratos denominados full
service. A nanotecnologia chega para contribuir com a indústria
de papel no quesito de tintas para revestimentos,
oferecendo produtos inovadores. As indústrias de celulose
e papel mantêm a alta produtividade, porém o mercado
internacional cria riscos competitivos para o produto interno.
No que se refere ao mercado de papelão ondulado,
o presidente da Abpo (Associação Brasileira de Papelão
Ondulado), Ricardo Lacombe Trombini, faz uma explanação
do setor e aponta soluções para o mercado que já está
em ascensão. E quando se fala em desenvolvimento, os
profissionais do setor se reúnem em grandes eventos para
conhecer e discutir as novidades. Por isto, as expectativas
são grandes em torno da Abtcp 2011 - XLIV Congresso e
Exposição Internacional de Celulose e Papel que reúne
em São Paulo (SP), profissionais da área de todo o Brasil e
exterior. Quer saber mais? Acompanhe a Revista Celulose
& Papel.
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